Consultoria Empresarial para PMEs

Vendas, Lucro e Fluxo de Caixa

Resultados dos últimos 2 anos

Impacto nos nossos Clientes

30,8%

crescimento Anual médio
em Vendas

173,1%

crescimento Anual médio
em Lucro

264,7%

crescimento Anual médio
em Fluxo de Caixa
Operacional

+25K
Formações
+2K
Empresas

Desde 2004, Paulo de Vilhena e a sua equipa de consultores ajudam empresários a crescer, ativar equipas de alta performance e a tornar os negócios mais sustentáveis.

Aceleramos os resultados da sua empresa.

Alguns dos nossos Clientes
Delta — cliente da Alavancagem nas Empresas
EDP — cliente da Alavancagem nas Empresas
Liberty Seguros — cliente da Alavancagem nas Empresas
Lusitania Seguros — cliente da Alavancagem nas Empresas
Mercedes-Benz — cliente da Alavancagem nas Empresas
Mitsubishi Motors — cliente da Alavancagem nas Empresas
Porscche — cliente da Alavancagem nas Empresas
Remax — cliente da Alavancagem nas Empresas
Sage — cliente da Alavancagem nas Empresas
Sonae — cliente da Alavancagem nas Empresas
Sonangol — cliente da Alavancagem nas Empresas
Vodafone — cliente da Alavancagem nas Empresas
Azinor
BAI
Barclays
Bel
BIG
CGD

Programas

Programas de consultoria e formação da Alavancagem nas Empresas para empresários que querem crescer com método — mais vendas, mais lucro e mais controlo sobre o fluxo de caixa.

Para quem é a Alavancagem nas Empresas?

Trabalhamos com empresários e gestores de PMEs portuguesas que estão numa de duas situações:

Empresários em crescimento — a empresa está a crescer mas o empresário sente que está a perder o controlo, as margens estão a diminuir ou a equipa não acompanha o ritmo.

Empresários em dificuldade — as vendas estagnaram, o fluxo de caixa está em tensão ou o negócio depende demasiado do fundador para funcionar.
Se se revê numa destas situações, o próximo passo é um Diagnóstico Gratuito.

“Crescemos 85% num ano e continuamos a superar resultados. Agora, com meses que valem o que antes eram trimestres inteiros. Para além dos números, o acompanhamento trouxe clareza, disciplina e uma relação de confiança que impulsiona resultados. Com orientação, estrutura e visão estratégica, transformamos ideias em ação e evitamos erros antes de surgirem”
“A minha mensagem para os empresários é que se têm alguma coisa, se querem alavancar os vossos resultados comecem o quanto antes”
“Temos ainda um caminho longo para percorrer, acho que isto é um processo que estamos sempre a aprender, a aprender, estamos ainda longe de conseguir garantidamente caminhar sozinhos mas os resultados já estão a aparecer.”
“A empresa em termos de recursos humanos evoluiu, se eu pudesse quantificar não sei 200%, 300%, 400% é uma empresa nova, rejuvenescida, com as equipas altamente motivadas. Parte do sucesso que nós temos atualmente deve-se à reorganização que nós estamos a proceder internamente a nível de processos e a nível de contratação de recursos humanos. Está a ter um um impacto muito significativo nos números.”
“Conheço o Paulo através das redes sociais há cerca de 2 anos, tem-me ajudado a ver outra perspectiva do negócio, não obstante eu ter uma larga experiência na área da gestão, há coisas novas nas quais eu não pensava há muito tempo e que nunca me tinham passado pela cabeça implementar. Conseguimos um crescimento de 16% face ao período homólogo”
Paulo de Vilhena
Paulo de Vilhena
Empresário, Consultor Empresarial, Presidente e fundador da Alavancagem nas Empresas, uma empresa especializada na aceleração de resultados empresariais. Paulo de Vilhena combina conhecimento académico e prática empresarial para impulsionar os negócios, tem apoiado empresas no seu crescimento, desenvolvendo e ensinando um mapa mental que já ajudou milhares de empresários a alavancar os seus resultados há mais de 20 anos. É autor de 8 obras nas áreas de negócios e gestão empresarial.
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Luiz Batista
Luiz Batista
Com mais de 20 anos de experiência em tecnologia, gestão e desenvolvimento de negócios, Luiz liderou projetos para empresas como Coca-Cola, Embraer, Heineken e Johnson & Johnson. Desde 2019 integra a equipa de consultores da Paulo de Vilhena, com mais de 7.000 horas de consultoria prestadas, contribuindo diretamente para o crescimento, a rentabilidade e a atratividade de dezenas de empresas no Brasil e em Portugal.
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João Gaspar
João Gaspar
Com sólida experiência em vendas, gestão comercial e desenvolvimento de equipas, João alia formação em Finanças (ISCTE) e Economia e Gestão (Nova SBE) à prática no terreno. Atualmente tira a licenciatura em Psicologia para aprofundar a compreensão do comportamento humano. Como consultor na Paulo de Vilhena, combina foco em resultados com empatia e uma abordagem prática e colaborativa.
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Rui Piedade
Rui Piedade
Com 20 anos de experiência em vendas, liderança e estratégia, Rui destacou-se em marcas como Cortefiel e Nike, onde foi reconhecido como um dos melhores da Europa. Com formação executiva em plataformas digitais e IA pela Harvard Business School Online, aplica hoje o seu conhecimento em vendas, marketing e gestão de equipas para ajudar empresas a crescer de forma estruturada, consistente e orientada a resultados.
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Se a sua empresa está a entrar em modo espera, leia isto antes de chegar setembroCarta Aberta aos Pequenos EmpresáriosSe a sua empresa está a entrar em modo espera, leia isto antes de chegar setembroCaro empresário,Maio chegou com uma tentação perigosa: a de aliviar a exigência, adiar decisões e acreditar que, com o Verão à porta, também a disciplina podia entrar em pausa.Compreendo essa tentação. O ano já foi longo, a pressão tem sido constante e o contexto não tem dado descanso. A economia continuou instável, os mercados mantiveram-se nervosos, a tecnologia acelerou a um ritmo difícil de acompanhar e as tensões internacionais continuaram a lembrar-nos, todos os dias, que o mundo não está mais simples.No meio de tudo isto, o empresário continuou a fazer o que sempre fez: manter a empresa de pé, responder pela equipa, proteger os clientes e assumir decisões que quase ninguém vê, mas que pesam todos os dias.Mas permita-me ser claro: o perigo de Maio não esteve no cansaço. Esteve em confundir cansaço com autorização para perder o foco.O mundo não abrandou só porque o calendário se aproximou do Verão. Os custos não entraram de férias, a concorrência não desapareceu, os clientes não ficaram menos exigentes, a margem não se protegeu sozinha e o fluxo de caixa não melhorou por esperança.Foi precisamente nesta altura do ano que muitas empresas começaram a perder terreno sem perceber. Não por causa de uma grande crise ou de uma decisão dramática, mas por pequenas cedências acumuladas: uma reunião adiada, uma métrica ignorada, uma decisão empurrada, uma conversa difícil evitada, uma sessão desmarcada ou um plano suspenso “até Setembro”.Quando Setembro chegar, a empresa já não partirá do mesmo ponto. Partirá atrasada.Maio foi traiçoeiro porque pareceu leve. Mas, para quem lidera uma empresa, leveza não pode significar ausência de direção. O empresário que quer construir uma empresa sólida não pode depender do ambiente, ser disciplinado apenas quando há pressão, medir apenas quando está preocupado ou pensar estrategicamente apenas quando a urgência o obriga.A verdadeira maturidade empresarial revela-se quando já ninguém está a cobrar e, ainda assim, o empresário mantém o padrão.O mercado continuou a fazer o que sempre fez: seleciona, premeia e penaliza. Premeia quem tem clareza, mede, executa, melhora processos, protege margem, forma equipa e decide com dados em vez de impulso. Penaliza quem se deixa embalar pela estação, pela emoção ou pela esperança vaga de que “depois se vê”.E, muitas vezes, depois já é tarde.Por isso, a pergunta essencial já não é se podia ter abrandado em Maio. A pergunta certa é o que ainda deve preparar agora para chegar ao próximo ciclo em vantagem.É aqui que se separa quem reage de quem lidera. Enquanto alguns entraram em modo de espera, outros reviram a estratégia. Enquanto alguns suspenderam decisões, outros afinaram processos. Enquanto alguns começaram a desaparecer até Setembro, outros reforçaram equipa, métricas e foco comercial.Quando o mercado voltar a acelerar, a diferença já estará criada.Caro empresário, não lhe escrevo para lhe pedir mais esforço cego. Escrevo-lhe para lhe pedir mais lucidez. Não se trata de trabalhar sem descanso, mas de não abandonar o essencial.Pare para pensar, mas não pare de decidir. Descanse quando tiver de descansar, mas não entregue a direção da empresa ao acaso. Proteja a sua energia, mas proteja também a sua estratégia.Uma empresa não cresce apenas nos momentos de pressão. Cresce também nos momentos em que o empresário escolhe manter a disciplina quando seria fácil abdicar dela.O Verão aproxima-se. A concorrência pode distrair-se. O mercado pode parecer mais lento. Mas é exatamente aí que se cria vantagem: com método, sangue frio, foco e decisões simples, firmes e consistentes.As grandes empresas não são construídas apenas nos meses intensos. São construídas também nos meses em que quase todos baixam a guarda.E Maio foi um desses meses.Com clareza, disciplina e foco no essencial,Paulo de Vilhena
SE A SUA EMPRESA ANDA EM MODO URGÊNCIA, LEIA ISTO ANTES DE TOMAR A PRÓXIMA DECISÃOCarta Aberta aos Pequenos EmpresáriosSE A SUA EMPRESA ANDA EM MODO URGÊNCIA, LEIA ISTO ANTES DE TOMAR A PRÓXIMA DECISÃOCaro empresário,Abril chegou sem pedir licença - e, mais uma vez, sem prometer estabilidade.O mundo continua a mover-se a duas velocidades: rápido na mudança… lento na adaptação.Entre tensões geopolíticas que não arrefecem, mercados financeiros que oscilam entre confiança e prudência, e uma economia europeia que tenta crescer sob pressão, a mensagem mantém-se:Não estamos num ciclo normal. E isso exige decisões fora do normal.Mas permita-me ser claro desde o início:O problema não está no contexto. O problema está na forma como a maioria reage a ele.O ruído aumentou, mas a clareza tornou-se mais valiosa.Vivemos num ambiente onde tudo parece urgente:notícias constantes;indicadores contraditórios;previsões que mudam semanalmente;pressão operacional diária.E, no meio deste ruído, muitos empresários perdem o essencial:👉 deixam de pensar estrategicamente;👉 passam a gerir por impulso;👉 trocam estrutura por reação;Trabalham mais. Decidem pior.⚠️ O maior erro de Abril: viver em modo urgênciaSe há um padrão que se intensificou este mês, é este: Empresários absorvidos pelo imediato.resolver problemas do dia;apagar fogos;ajustar decisões constantemente;adiar o que realmente importa.A sensação é de controlo.A realidade é perda de direção.Urgência constante é inimiga da estratégia e sem estratégia, não há crescimento consistente. Há apenas sobrevivência.🧠 A disciplina estóica aplicada à gestãoA filosofia estóica nunca foi tão prática como hoje.Num mundo onde tudo muda, há três âncoras que não mudam:1. Foco no que controlaNão controla o mercado. Controla execução, números e decisões.2. Distanciamento emocionalNão eliminar emoções, mas não decidir a partir delas.3. Disciplina na açãoFazer o que tem de ser feito, mesmo quando o contexto não ajuda.O empresário que mantém estes três pilares não é o mais otimista. É o mais preparado.📉📈 O capitalismo continua, mas mais seletivoAbril reforçou uma evidência que já não pode ser ignorada:O capital não desapareceu. Ficou mais exigente.Os clientes não desapareceram. Ficaram mais criteriosos.As oportunidades não desapareceram. Ficaram mais bem escondidas.E isto cria uma divisão clara:👉 Empresas estruturadas crescem.👉 Empresas desorganizadas estagnam… ou recuam.🤝 Não decidir sozinho é uma vantagem competitivaHá um comportamento silencioso que destrói valor: o empresário que tenta resolver tudo sozinho.Em momentos de pressão, isso intensifica-se:menos abertura;menos reflexão;mais decisões rápidas;mais erros evitáveis.Ter alguém ao lado: com método, experiência e distância emocional - não é conforto.É estratégia.É o que permite:parar quando todos aceleram sem pensar;ver o que não está evidente;manter foco no que realmente gera resultado;evitar decisões que custam caro no médio prazo.🚀 Maio traz uma oportunidade que poucos vão aproveitarE esta é a parte que poucos querem ouvir:👉 Enquanto muitos estão ocupados a reagir… deixam de competir.deixam de investir;deixam de planear;deixam de estruturar;deixam de decidir com qualidade.E é aqui que nasce a oportunidade.Não porque o mercado melhora, mas porque a concorrência piora.Vantagem competitiva não surge em momentos fáceis. Surge quando os outros perdem clareza.🧭 A decisão que define o seu próximo trimestreCaro empresário, Abril não pede mais esforço.Pede melhor decisão.Este é o momento para:✔️ parar e pensar estrategicamente;✔️ reforçar métricas e controlo;✔️ proteger fluxo de caixa;✔️ ajustar sem perder direção;✔️ manter consistência onde os outros quebram.MENSAGEM FINALO mundo continua instável, mas isso não é exceção, é o novo padrão.A diferença não está no que acontece fora. Está no que decide dentro.É quando os outros entram em modo reação… que os melhores entram em modo decisão.É quando os outros se perdem na urgência… que os mais preparados reforçam a estratégia.As condições nunca serão perfeitas, mas a clareza pode ser.E, no final, é isso que separa empresas que sobrevivem de empresas que crescem com consistência.Com exigência, disciplina e foco no essencial,✍️ Paulo de Vilhena
Como Preparar a Sua Empresa para um Mundo Mais Competitivo e GeopolíticoCarta Aberta aos Pequenos EmpresáriosComo Preparar a Sua Empresa para um Mundo Mais Competitivo e GeopolíticoCaro empresário,O mundo voltou a entrar numa fase em que a história se escreve em tempo real.E, como sempre, quem paga primeiro a factura da instabilidade não são os governos, nem os grandes conglomerados.São as pequenas e médias empresas.A semana passada, em Davos, discutiu-se o futuro da economia mundial.Nos bastidores, percebe-se uma verdade desconfortável: o modelo de cooperação global está a ser substituído por um jogo duro de interesses nacionais, tarifas, sanções e alianças temporárias.Ao mesmo tempo:A China reforça a sua influência económica e militar.A Rússia continua a testar os limites do equilíbrio geopolítico.Os EUA voltam a colocar a protecção económica no centro da sua agenda.A Europa tenta manter relevância entre gigantes que já não pedem licença.E as presidenciais, em vários países, trazem sempre a mesma consequência: incerteza.O que isto significa para si?Significa que o mundo não vai ficar mais previsível.Vai ficar mais competitivo.Mais selectivo.Mais exigente.E é aqui que começa a verdadeira conversa.A realidade que ninguém lhe dizO pequeno empresário vive hoje numa ilusão perigosa: acha que está a competir apenas no seu mercado local.Não está.Está a competir com cadeias globais, com plataformas digitais, com estruturas fiscais agressivas, com modelos de negócio que operam sem fronteiras.Enquanto isso, continua a tentar resolver tudo sozinho, com:pouco tempo,equipas sobrecarregadas,decisões tomadas em modo reativo,e estratégia substituída por esforço.Trabalha muito. Pensa pouco na estrutura. E paga caro por isso.O mundo mudou. A gestão também tem de mudar.A inteligência artificial já não é uma promessa — é uma vantagem competitiva.A pressão nos custos não vai aliviar.A margem não regressa sozinha.A produtividade não aumenta por boa vontade.E a verdade é esta, sem romantismos:Quem não mede, não controla.Quem não controla, não cresce.Quem não cresce, fica para trás.A visão estóica num mundo instávelO estoicismo nunca prometeu conforto.Prometeu clareza.Ensina-nos que não controlamos o mundo — controlamos a nossa preparação.O empresário que sobreviverá aos próximos anos não é o mais otimista.É o mais disciplinado.Disciplina para:pensar estrategicamente;estruturar processos;medir resultados;formar equipas;decidir com dados e não com emoções.O capitalismo não falhou. Muitos empresários é que desistiram de o estudar.Recompensa quem constrói sistemas.Quem cria alavancagem.Quem transforma esforço em estrutura.E pune, sem piedade, quem insiste em gerir empresas como se fossem apenas empregos mais caros.A verdade sobre consultoriaConsultoria não é um custo.É um acelerador de consciência.É o espaço onde o empresário deixa de ser apenas operador e volta a ser estratega.É onde se confronta:com os seus números,com as suas decisões,com os seus limites,e com o seu verdadeiro potencial.Sem isso, a empresa cresce por acaso.Com isso, cresce por desenho.Uma última reflexãoEnquanto os líderes mundiais discutem poder em salas fechadas, o verdadeiro poder continua nas mãos de quem constrói valor todos os dias:Você.Mas só haverá crescimento real se houver método.Só haverá método se houver estrutura.Só haverá estrutura se houver orientação.Como sempre defendi:A alavancagem não nasce do esforço.Nasce da inteligência aplicada ao esforço.O mundo não vai abrandar para o esperar.Mas também não impede quem decide preparar-se.E é essa decisão que separa empresários ocupados…de empresários verdadeiramente livres.Com respeito, exigência e visão,Paulo de Vilhena. ... para empresários que recusam encolher num mundo em expansão.
5 Formas De Aumentar O Fluxo De Caixa Da Sua EmpresaFluxo de Caixa5 Formas De Aumentar O Fluxo De Caixa Da Sua EmpresaSegundo Jack Welch, um dos mais conceituados gestores da História, ao nível de performance, os colaboradores de qualquer empresa distribuem-se ao longo daquilo a que chamamos curva normal em Estatística.Numa das pontas desta curva estão os colaboradores de pior performance. Depois, no centro, temos a maior parte das pessoas com um desempenho médio e, no lado oposto aos primeiros, os colaboradores com melhor performance, os profissionais de excelência. O que distingue os seus desempenhos?Na minha opinião, são sempre os detalhes que fazem a diferença.São os hábitos que a maioria das pessoas pensa que não vão fazer a diferença no resultado final, mas em que os colaboradores de excelência investem porque valorizam. E é isso que os destaca de todos os outros.Os melhores profissionais fazem tudo o que os outros fazem, mas prestam atenção a detalhes a que os outros não prestam.E porque é que eles prestam atenção aos detalhes e os outros não?Porque os melhores profissionais acham fácil fazer coisas que os outros acham fácil não fazer.Isto acontece nas mais variadas áreas da nossa vida. O que leva algumas pessoas a destacarem-se nos seus resultados, quando os outros não o conseguem fazer é, sem dúvida, os seus hábitos. Muitas vezes, simples hábitos...Por exemplo, algumas pessoas acham fácil ir ao ginásio todos os dias, enquanto outras pessoas acham mais fácil não ir. Afinal, é fácil ou não ir ao ginásio todos os dias? Para mim a resposta é simples: sim, desde que eu me organize para isso. Então, para muitas pessoas, é mais fácil não ir do que se organizar.É fácil ler um bocado todos os dias? Sim… mas também é fácil também não ler.Portanto, as pessoas que se destacam das outras, os líderes, empresários e mesmo colaboradores que se destacam de todos os outros, fazem-no porque acham fácil fazer coisas que outros acham fácil não fazer.Os outros “não estão para isso”. Os melhores profissionais percebem que determinados hábitos vão fazer a diferença nos seus resultados a longo prazo.Em rigor, os profissionais de excelência ligam a alguns detalhes que os outros acham que não são importantes.Então os detalhes é que acabam quase sempre por fazer a diferença.
A Fase Complexa Da AdolescênciaCrescimento EmpresarialA Fase Complexa Da AdolescênciaEncontramos a origem da adolescência no nível de crescimento que obtivermos na etapa anterior do ciclo de crescimento do negócio. Esta denomina-se diversão (Pode saber mais sobre a fase de diversão AQUI!).O aumento significativo das vendas trás consigo o aumento da complexidade. Mais colaboradores, mais ativos, mais investimentos, processos mais sofisticados, mais fornecedores, mais clientes e mais desafios. Nesta altura, é crítico manter uma grande atenção nas vendas, como forma de alimentar o crescimento do negócio, e colocar o foco principal no lucro.Aplicar sistemas nesta fase é crucial É nesta fase que algumas empresas capitulam por não perceberem que embora vender alimente o crescimento do negócio, o sucesso do mesmo é diretamente limitado pela capacidade de transformar vendas em lucro. Para isso, é necessário começar a aplicar sistemas – o que é mais difícil do que parece e cuidar do emagrecimento da empresa. Até porque nesta altura, tradicionalmente, assistimos a um abrandamento no crescimento das vendas. É também nesta fase que se torna fundamental construir uma verdadeira equipa para operar os sistemas que são implementados. E que respire a cultura que queremos viver na organização. O propósito dos sistemas e dos processo é permitir à organização lidar melhor com a complexidade. Muitas vezes, existe nas empresas resistência à implementação destes sistemas porque as pessoas, e até o empresário, receiam que isso vá limitar a sua liberdade. Assim, surgem as desculpas da flexibilidade e do receio de que isso vai tornar a empresa menos humana. E também que o mercado não vai receber bem essa mudança. A esses receios a minha resposta é dupla. Por um lado, não passam de desculpas e, por outro, não há outra opção. O crescimento traz complexidade e a única forma de a gerir é sistematizar.Tomar decisões desafiantes Temos o desafio de tomar decisões importantes e estruturantes, o que normalmente não é o nosso forte e o desafio de as aplicar parece ainda maior. Muitas vezes surge, nesta etapa, uma crise de identidade organizacional e o gestor chega a colocar em causa a sua capacidade de levar o barco a bom porto. Esta é a altura de rever o organigrama da empresa. E repensar a forma como as coisas estão organizadas. Para algumas empresas esta é a altura de o desenhar porque nunca antes se preocuparam em fazê-lo. No que se refere à organização comercial do negócio, nesta fase e no decurso do rápido crescimento alavancado pelas vendas, assiste-se geralmente a uma separação entre as vendas e as operações. Esta separação cria normalmente algum tensão entre os departamentos. Os comercias sentem a importância do seu contributo nos resultados gerais e colocam nas operações uma grande pressão para entregar. A sistematização da empresa deve prever a aproximação máxima entre os departamentos no sentido de alinhar as vendas com a entrega.
Luta Inicial: Como Pode Sobreviver?Crescimento EmpresarialLuta Inicial: Como Pode Sobreviver?A primeira fase do ciclo de vida dos negócios é a luta inicial. A luta inicial é uma fase especialmente dura. Há que montar o negócio e lutar diariamente para mantê-lo vivo. A mortalidade das empresas nesta fase é muito elevada. 40% não passam do primeiro ano e 80% não passam dos primeiros 5 anos. E sim! Muitas vezes são 5 anos em luta inicial. Ou seja a estatística confirma que 80% das empresas não passam desta fase.Temos 2 desafios principais nesta fase:- Assegurar que há sempre dinheiro suficiente para continuarmos em frente;- Conquistar de forma sustentada um espaço para a existência do nosso negócio, que deve ser materializado sob a forma de um mercado.O derradeiro desafio é atingir a estabilidade financeira antes de esgotar os recursos iniciais.Encontrar um espaço num mercado viável o mais cedo possível e gerir com enorme cuidado o financiamento inicial é absolutamente critico. Encontrar este mercado deve ser o alvo da nossa máxima atenção.Focarmo-nos em resultados é essencial. Muitas vezes na montagem de um negócio vejo as pessoas focadas em aspetos que não são os mais relevantes. Ótimas instalações, designs fantásticos, preocupação excessiva com a imagem, etc. E quanto mais acesso existe a financiamento externo mais complacentes nos vamos tornando com estas coisas.Manter a estrutura o mais magra possível, com os custos muito controlados e estar focados nos resultados e no ciclo do crescimento do negócio, será determinante.Lembre-se que o que é crítico num negócio é sobre encontrar uma fórmula para servir o mercado. Não sobre massajar o nosso ego. Mantenha as suas instalações o mais humildes que for possível. Compre em 2.ª mão o que puder. Infelizmente, o que não falta é material de escritório usado mas em ótimas condições, de empresas que não tiveram o mesmo sucesso que procura para si.É nesta altura que devemos também escolher a flexibilidade. Deve adaptar a sua proposta de valor ao que o mercado quer, por oposição a estar apaixonado pela solução que imaginou e que o pode tornar intransigente. Preparar um plano de negócios é fundamental. Mesmo que não o consulte com muita frequência, o ato de o preparar será decisivo porque o obrigará a testar uma série de pressupostos.Eu recomendo sempre que sejamos conservadores no nosso plano. Nomeadamente em questões como o volume de vendas nos meses iniciais e o financiamento. A sobrevivência do negócio vai depender disso.Não esqueça que encontrar um mercado viável para a sua oferta é a prioridade número 1, 2 e 3. Por isso aprender a vender torna-se vital. Compre bons livros de vendas e melhore as suas competências nessa área. Recorde-se que as vendas são sobre as pessoas, o que elas pretendem e necessitam e não sobre si, a sua empresa ou a sua oferta.Perceba a reação do mercado e entenda tudo como apenas feedback. Se as coisas não estiverem a sair (e não vão sair) como inicialmente pensou, prepare-se para ir afinando a sua abordagem até o mercado dar uma boa resposta.Depois de resolver com sucesso esses desafios poderá passar à fase seguinte no crescimento da sua empresa.
6 Regras na Definição do Organograma da EmpresaCultura Organizacional6 Regras na Definição do Organograma da EmpresaNormalmente nas PME, a única forma de as coisas evoluírem é o empresário estar lá, o que o coloca na parte de baixo do organograma. Mas quando uma empresa entra na fase da adolescência o empresário não pode continuar a ser técnico e tem de se elevar no organograma. Muitas empresas não aprendem isto e, nesta fase, começam a afundar-se. Na sistematização, o desenho do organograma é um dos aspetos essenciais.E na sua elaboração é essencial ter em conta que este se desenha sempre no abstrato e com base naquilo que é necessário para a empresa.Deixo a seguir algumas sugestões práticas para construir um organograma: Cada posição no organograma deve corresponder uma descrição de funções. Essa descrição deve dizer quais são as responsabilidades da função e como esta será avaliada. A pessoa vem depois.O organograma deve ser preenchido de cima para baixo, com base apenas nas funções que melhor servirão o modelo de negócio que foi pensado.O organograma serve a empresa e os seus sistemas, e não as pessoas. Nunca se deve criar a sua estrutura com base nas pessoas que lá trabalham. Só depois de montado é que se começa a colocar lá as pessoasÉ crítico que o organograma da empresa seja desenhado de raiz. No momento inicial da empresa, o organograma tem de projetar como ela será na maturidade. Se for preciso, no dia em que a empresa começa a trabalhar, podemos pôr o nosso nome em todos os lugares. Depois, à medida que vamos contratando colaboradores, atribuímos-lhes ramos do organograma.Defendo a existência de um anexo ao contrato de trabalho, onde constam as funções, as responsabilidades e o tipo de avaliação. Apesar de não ter o mesmo valor e o mesmo peso jurídico do contrato de trabalho, as expetativas ficam aí registadas. É mais justo para todos os intervenientes saberem o que esperar uns dos outros.É muito frequente as pessoas chegarem a uma empresa e não saberem com precisão o que é esperado delas. Muitas vezes até pensam que estão a fazer um bom trabalho, enquanto o superior hierárquico acha que não. Isto acontece simplesmente porque há expectativas diferentes.

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Autor do bestseller #1 com o livro de vendas mais vendido em Portugal, com 8 livros publicados e mais de 30 mil exemplares vendidos.

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O Livro Secreto das Vendas
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A Arte da Guerra nas Vendas
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