NÃO HÁ COMO FUGIR DA DOR. MAS QUAL ESCOLHE?

Desenvolvimento Pessoal
NÃO HÁ COMO FUGIR DA DOR. MAS QUAL ESCOLHE?

Todos nós somos procrastinadores profissionais. Ou seja… Não fazemos aquilo que já sabemos que temos de fazer. E porque o fazemos (ou melhor, não fazemos)? Nós procrastinamos quando associamos mais dor do que prazer à ação que sabemos que devemos tomar.

Há apenas dois motivadores para a ação humana: a dor e o prazer. Podemos não ter noção da razão que nos move, de uma forma consciente, mas tudo o que fazemos está relacionado com a nossa necessidade de evitar a dor e a nossa vontade de nos aproximarmos do que nos dá prazer.

E isto é verdade para todos nós.

Certamente todos nós conseguiríamos enumerar uma série de aspetos na nossa vida profissional e financeira em que sabemos que poderíamos ter determinados hábitos que nos tornariam mais bem-sucedidos nessas áreas. E no entanto… não o fazemos. O mesmo acontece em áreas da nossa vida como a saúde ou as relações pessoais.

Alguns de nós “sofrem” mais deste mal, outros menos. Ou melhor, alguns são mais disciplinados e outros menos em combater esta nossa tendência natural.

Então nós tendemos a não agir, ou a agir da mesma forma, quando associamos mais dor, mais desconforto, a empreender uma determinada ação, do que o prazer da inércia que sentimos em mantermos tudo tal como está.

Mas a verdade é que sofrer vamos sempre. Mas cabe-nos a nós escolher uma de duas dores na vida e, principalmente, na nossa busca pelo sucesso.

Podemos escolher a dor do esforço, de agir e sair da zona de conforto. Ou a dor do arrependimento um dia mais tarde de não termos alcançado aquilo que ambicionávamos na vida.

A maior parte de nós, seres humanos, prefere viver com a dor do arrependimento. Mas para mim é claro. Eu prefiro viver com a dor do esforço, ou pelo menos tento disciplinar-me a isso.

E mesmo assim, continuo a empurrar algumas coisas com a barriga. Nenhum de nós é isento desse pecado.

Muitas vezes ajudar as pessoas é simplesmente fazer com que elas façam aquilo que sabem que devem fazer mas ainda não estão a fazer.

Ao contrário do que muitos possam pensar, as pessoas mais bem-sucedidas também associam dor a sair da zona de conforto. No entanto, normalmente associam ainda mais dor ao facto ou à possibilidade de não o fazer, por outras palavras, à eventualidade de estarem a viver longe das suas potencialidades.

Gostou deste artigo? Se quer receber quinzenalmente conteúdos como este então subscreva a nossa newsletter aqui!